terça-feira, 18 de outubro de 2011


Talvez esse frio nem me incomode mais. Talvez esse vazio nem me faça chorar mais. A nostalgia agora pode ser uma boa companhia, e quem sabe a tristeza não tenha se tornado sinônimo de felicidade. A bagunça na minha mente pode ser arrumada, assim como as rachaduras em meu coração. É que não dá pra aguentar por muito tempo, chega uma hora que cansa e ai cedemos (…) Por falta de capacidade, cedi, ontem o que doía hoje não dói mais, quem sabe, não ligo, nada disso me atinge, ou atinge e nem eu sei. Perdi o que tinha e aprendi, aprendi sofrendo, aprendi com a dor, e com ela permanecerei, sempre.  Catharina Lustosa - Adorável Solidão

Talvez esse frio nem me incomode mais. Talvez esse vazio nem me faça chorar mais. A nostalgia agora pode ser uma boa companhia, e quem sabe a tristeza não tenha se tornado sinônimo de felicidade. A bagunça na minha mente pode ser arrumada, assim como as rachaduras em meu coração. É que não dá pra aguentar por muito tempo, chega uma hora que cansa e ai cedemos () Por falta de capacidade, cedi, ontem o que doía hoje não dói mais, quem sabe, não ligo, nada disso me atinge, ou atinge e nem eu sei. Perdi o que tinha e aprendi, aprendi sofrendo, aprendi com a dor, e com ela permanecerei, sempre. 

Sempre se levantando e caindo novamente. Sempre na procura, sempre na espera. Sempre atrás de respostas para suas infinitas perguntas. Sempre repetindo os erros do passado, novamente acreditando, novamente se decepcionando. Parece que nunca aprende e anda em círculos. É sempre a mesma coisa. Só mudam as pessoas, os lugares, as manias, mas no fundo, é tudo igual. No fim, acaba tudo da mesma forma. E mesmo sabendo disso, o “nunca mais” que dizia se torna um “só dessa última vez…”. O “não farei mais isso” se torna um “e se eu tentar mais um pouco?”. Talvez seja boba, ou muito esperta. Muito esperta porque, sem querer, possa encontrar o caminho certo alguma hora. ─ (ivalentim♡)
Sempre se levantando e caindo novamente. Sempre na procura, sempre na espera. Sempre atrás de respostas para suas infinitas perguntas. Sempre repetindo os erros do passado, novamente acreditando, novamente se decepcionando. Parece que nunca aprende e anda em círculos. É sempre a mesma coisa. Só mudam as pessoas, os lugares, as manias, mas no fundo, é tudo igual. No fim, acaba tudo da mesma forma. E mesmo sabendo disso, o “nunca mais” que dizia se torna um “só dessa última vez…”. O “não farei mais isso” se torna um “e se eu tentar mais um pouco?”.Talvez seja boba, ou muito esperta. Muito esperta porque, sem querer, possa encontrar o caminho certo alguma hora. ─








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